Ações para investir em 2026: como identificar as melhores?

2026 começou e, com ele, volta a clássica pergunta de todo investidor: quais são as melhores ações para investir agora?

A dor de cabeça aparece assim que você abre o home broker. São centenas de empresas listadas na bolsa — de todos os setores, tamanhos e níveis de risco. Sem um critério claro, escolher vira um jogo de confusão e insegurança.

E aqui está a verdade: não existe uma lista pronta que funcione para todo mundo. O que realmente existe é método.

Seguir carteiras recomendadas pode até ajudar como ponto de partida, mas o investidor que entende os critérios por trás das escolhas passa a ter autonomia, mais segurança e capacidade de identificar oportunidades por conta própria.

Por isso, vamos te mostrar a seguir o que um investidor precisa considerar para escolher boas ações em 2026, quais dados realmente importam na análise de empresas e como transformar números em decisões conscientes e estratégicas. Confira!

O que considerar antes de escolher ações para investir 2026?

Antes de partir para a análise de empresas específicas, você precisa considerar três fatores que fazem toda a diferença na sua estratégia:

Seu perfil de investidor

Você tolera ver sua carteira cair 20% em um mês sem desesperar? Ou prefere menor volatilidade, mesmo que isso signifique ganhos mais modestos?

Investidores conservadores devem focar em empresas consolidadas ao buscar ações para investir, com histórico estável e boa distribuição de dividendos.

Investidores moderados podem incluir ações de empresas em expansão com bons indicadores financeiros, equilibrando crescimento e segurança.

Já investidores arrojados conseguem assumir posições em empresas menores ou em setores mais voláteis.

Não existe perfil certo ou errado — existe o perfil que combina com você. Forçar uma estratégia incompatível com sua tolerância ao risco só gera estresse, decisões emocionais e, consequentemente, perdas relevantes.

Objetivos e horizonte de investimento

Você está investindo para a aposentadoria daqui a 20 anos? Para comprar um imóvel em 3 anos? Ou para gerar renda passiva desde já?

O prazo muda tudo. Com um horizonte longo, você pode montar posição em empresas em reestruturação ou em fase de crescimento, além de suportar períodos de queda sem precisar vender no prejuízo.

Com horizonte curto, a previsibilidade passa a ser prioridade. Empresas maduras, com fluxo de caixa estável e dividendos consistentes, fazem mais sentido.

Se o objetivo for renda mensal, você naturalmente vai priorizar ações para investir com dividend yields elevados e distribuições regulares.

Diversificação da carteira

Concentração excessiva aumenta o risco sem necessariamente aumentar o retorno. Se você coloca 80% do patrimônio em três ações do mesmo setor, por exemplo, está concentrando toda a carteira em uma única tese.

Uma diversificação eficiente envolve:

  • Setores diferentes: bancos, varejo, energia, saneamento, saúde — cada um reage de forma distinta ao cenário econômico.
  • Tipos de empresa: companhias maduras que pagam dividendos, empresas em crescimento que reinvestem lucros e negócios cíclicos ligados à economia.
  • Tamanhos variados: blue chips com alta liquidez, mid caps com potencial de valorização e small caps para posições menores e mais especulativas.

Não existe número mágico de ações para investir, mas uma carteira com 8 a 15 papéis bem selecionados costuma equilibrar diversificação e capacidade de acompanhamento.

Estratégias para selecionar ações para investir

Investidores conversando após usar análise criteriosa para identificar boas ações para investir e adicioná-las na carteira

Existem duas abordagens que os investidores usam normalmente para escolher boas ações para investir. Cada uma tem suas vantagens e limitações. O importante é entender como funcionam e qual se adapta melhor ao seu estilo.

Análise fundamentalista

A análise fundamentalista busca estimar o valor intrínseco de uma empresa. Para isso, você avalia demonstrações financeiras, qualidade da gestão, vantagens competitivas e perspectivas de crescimento.

O objetivo é encontrar ações para investir negociadas abaixo do valor justo — ou negócios tão bons que justificam pagar mais caro.

Essa abordagem exige tempo e conhecimento. Você precisa saber interpretar balanço patrimonial, DRE, fluxo de caixa e os principais indicadores financeiros.

A principal vantagem é decidir com base em dados, e não em emoção ou especulação de curto prazo. Além disso, você investe em empresas que entende e nas quais acredita no longo prazo.

Análise técnica

Por sua vez, a análise técnica estuda o comportamento dos preços e do volume negociado. Usa gráficos e indicadores para identificar tendências e pontos de entrada e saída.

É mais comum entre traders de curto prazo, mas também ajuda investidores de longo prazo a melhorar o timing de compra.

Depois de selecionar uma empresa pelos fundamentos, você pode usar a análise técnica para entrar em um ponto mais favorável — como após uma correção ou no rompimento de uma resistência.

A limitação é clara: a análise técnica não avalia a qualidade do negócio. Ela pode apontar oportunidades em ações para investir de empresas ruins. Por isso, combiná-la com fundamentos faz sentido.

É possível combiná-las?

Muitos investidores usam fundamentos para escolher boas empresas e a análise técnica para definir o momento e preço de entrada.

Também é comum unir filtros quantitativos (indicadores) com análise qualitativa do negócio, da gestão e do setor.

O essencial é manter um método claro. Assim, você evita decisões impulsivas baseadas apenas em notícias ou rumores.

Critérios essenciais na seleção de ações

Depois de definir sua estratégia, você precisa de critérios práticos para filtrar empresas. Esses são os pontos que separam boas oportunidades de armadilhas. Veja:

Qualidade da empresa

Qualidade vem antes de preço. Uma empresa ruim dificilmente ficará barata o suficiente para se tornar um bom investimento. Já uma empresa excepcional pode justificar múltiplos mais altos, porque tem capacidade de crescer e gerar valor ao longo do tempo.

Para analisar a qualidade de um negócio, observe:

  • Histórico de resultados: empresas que conseguem aumentar receita e lucro de forma consistente — inclusive em períodos de crise — demonstram resiliência, eficiência operacional e capacidade de adaptação.
  • Geração de caixa: lucro contábil pode ser impactado por ajustes e critérios contábeis, mas o fluxo de caixa operacional mostra se o dinheiro realmente entra no caixa. Empresas que convertem lucro em caixa com regularidade tendem a ter modelos de negócio mais saudáveis.
  • Endividamento: dívida não é necessariamente negativa, desde que seja sustentável. Compare a dívida líquida com o EBITDA e avalie se a empresa gera caixa suficiente para pagar juros e reduzir obrigações sem comprometer a operação.
  • Vantagens competitivas: marca forte, ativos únicos ou atuação em nichos protegidos funcionam como barreiras que dificultam a perda de mercado e ajudam a sustentar margens saudáveis no longo prazo.

Tamanho e liquidez

O tamanho da empresa afeta o potencial de crescimento e o risco.

Empresas pequenas podem crescer mais rapidamente, mas são mais vulneráveis a crises. Já os negócios maiores crescem mais devagar, mas têm maior estabilidade.

Liquidez é a facilidade de comprar e vender ações sem afetar muito o preço. Ações com baixa liquidez podem ter spread alto entre compra e venda, dificultando a saída da posição quando precisar.

Para investidores iniciantes ou com carteiras menores, o ideal é focar em ações para investir com boa liquidez. Empresas do Ibovespa ou do índice de small caps (SMLL) costumam ter um bom volume.

Conforme você ganha experiência e aumenta o patrimônio, pode incluir papéis menos líquidos. 

Contudo, sempre mantenha a maior parte da carteira em ativos que você consegue negociar facilmente.

Geração de dividendos

Dividendos são a parte do lucro distribuída aos acionistas. Empresas maduras e com geração de caixa estável costumam pagar dividendos consistentes.

Receber dividendos oferece várias vantagens: você ganha fluxo de caixa sem precisar vender ações, pode reinvestir os proventos para acelerar o crescimento da carteira ou usar como renda passiva.

Mas dividendo alto sozinho não garante qualidade. Algumas empresas em dificuldade mantêm dividendos artificialmente para atrair investidores. Outras distribuem todo o lucro porque não têm onde reinvestir, o que pode indicar falta de oportunidades de crescimento.

O ideal é encontrar empresas que equilibram a distribuição de dividendos com reinvestimento no negócio e que aumentam os proventos ao longo do tempo, acompanhando o crescimento dos lucros.

Preço atrativo (valuation)

Mesmo uma ótima empresa pode gerar retorno fraco se você pagar caro demais. Comprar barato uma empresa ruim também não resolve.

Por isso, é necessário avaliar o valuation. Ele mostra o quanto a empresa vale em relação ao que ela gera de resultados.

Essa análise deve ser feita comparando a empresa com seu próprio histórico ao longo do tempo e também com outras do mesmo setor.

Mas atenção: preço baixo não significa ação barata. Uma ação de R$ 2 pode estar cara se não há lucro. Por outro lado, uma de R$ 50 pode estar barata se os resultados do negócio forem sólidos e crescentes.

Principais indicadores fundamentalistas para analisar ações para investir

Investidores utilizando dados de empresa e indicadores fundamentalistas para encontrar melhores ações para investir

Os indicadores fundamentalistas transformam dados financeiros complexos em números comparáveis, facilitando a análise e a seleção de empresas. De forma geral, eles se organizam em três grupos: rentabilidade, endividamento e valuation.

Indicadores de rentabilidade

Esses indicadores mostram a eficiência da empresa em gerar lucro a partir de suas operações:

  • ROE (Return on Equity): mede o retorno sobre o patrimônio líquido. Um ROE de 15% significa que a empresa gerou R$ 0,15 de lucro para cada real investido pelos acionistas. ROE alto indica eficiência, mas é importante verificar se esse resultado vem de operações saudáveis ou de alavancagem excessiva.
  • ROA (Return on Assets): calcula o retorno sobre os ativos totais. Diferentemente do ROE, considera toda a estrutura de ativos da empresa, sendo útil para comparar companhias com modelos de capital distintos.
  • Margem bruta: indica quanto sobra da receita após os custos diretos de produção. Margens altas sugerem eficiência ou poder de precificação.
  • Margem EBITDA: revela a geração de caixa operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização.
  • Margem líquida: mostra quanto da receita efetivamente se converte em lucro para os acionistas.

Indicadores de dívida e caixa

Aqui o foco é a saúde financeira e a capacidade da empresa de sustentar suas operações:

  • Dívida líquida / EBITDA: mede quantos anos de geração de caixa seriam necessários para quitar a dívida. Em setores tradicionais, níveis acima de 3x costumam indicar risco elevado; abaixo de 1x apontam maior conforto financeiro.
  • Dívida líquida / Patrimônio líquido: mostra o grau de alavancagem em relação ao capital próprio. Quando o caixa supera a dívida, o índice fica negativo — geralmente um sinal positivo.
  • Liquidez corrente: avalia a capacidade de pagamento de obrigações de curto prazo. Valores acima de 1 indicam que a empresa possui ativos suficientes para honrar compromissos imediatos.
  • Cobertura de juros: mostra quantas vezes o lucro operacional cobre as despesas financeiras. Quanto maior, mais seguro é.

Indicadores de valuation

Esses múltiplos mostram quanto o mercado está pagando pelos resultados da empresa.

  • P/L: indica quantas vezes o lucro anual está embutido no preço da ação. Pode sinalizar desconto ou problemas estruturais. Empresas cíclicas distorcem esse indicador: no topo do ciclo o lucro é alto e o P/L parece baixo; no fundo ocorre o inverso.
  • P/VP: compara o preço com o patrimônio líquido. Funciona melhor em empresas intensivas em ativos físicos, como bancos e seguradoras.
  • PSR: relaciona preço e receita, sendo útil quando o lucro ainda é baixo ou inexistente. Porém, faturamento sem rentabilidade não cria valor.
  • Dividend yield: mostra o retorno anual em dividendos em relação ao preço da ação. Um DY alto atrai investidores que buscam renda passiva, mas é preciso avaliar se a empresa tem lucro e caixa suficientes para manter os pagamentos.

Como combinar os indicadores corretamente?

Nenhum indicador isolado conta a história completa. Você precisa analisar vários deles em conjunto para formar uma visão clara.

Para isso, os investidores costumam seguir esta ordem:

  1. primeiro, avalie rentabilidade. Empresas com ROE baixo e margens deteriorando dificilmente serão bons investimentos.
  2. depois, analise o endividamento. Dívida excessiva aumenta o risco e compromete lucros futuros.
  3. só então olhe valuation. Preço barato só faz sentido quando a empresa é boa.
  4. por fim, avalie dividendos dentro desse contexto.

Uma empresa fraca quase sempre parece barata por um motivo. Já empresas sólidas negociadas a múltiplos baixos podem indicar oportunidade real.

Assim, crie um framework: filtre quantitativamente, depois aprofunde qualitativamente. E sempre responda à pergunta mais importante da análise: por que essa ação está barata?

Onde encontrar dados e indicadores?

Você não precisa calcular todos os indicadores manualmente. Existem plataformas que consolidam essas informações e facilitam a triagem de empresas.

Sites gratuitos de análise

Vários sites oferecem dados fundamentalistas de empresas brasileiras sem custo. Você encontra indicadores, histórico de resultados e informações sobre dividendos:

  • Status Invest: um dos mais completos. Mostra P/L, P/VP, DY, ROE, margem líquida e outros indicadores, permitindo comparar empresas do mesmo setor lado a lado.
  • Fundamentus: base de dados sólida e atualizada, com interface simples.
  • Investidor10: traz informações detalhadas e gráficos que mostram a evolução dos indicadores ao longo dos anos.

Todos esses sites usam dados públicos das demonstrações financeiras trimestrais, mas apresentam as informações de forma prática para análise.

Plataformas de corretoras

A maioria das corretoras oferece ferramentas de análise fundamentalista, algumas com relatórios de analistas, recomendações e filtros de ações.

Muitas vezes há integração com o home broker, permitindo analisar e comprar ações no mesmo ambiente.

A qualidade, porém, varia bastante entre as corretoras. Enquanto algumas plataformas oferecem apenas recursos básicos, outras chegam a ter funcionalidades comparáveis a sites especializados.

Dessa forma, vale explorar o que sua corretora disponibiliza — muitos recursos úteis passam despercebidos pelos investidores.

Como organizar sua análise?

Com tanta informação, é essencial ter um método para não se perder. Uma planilha simples já faz grande diferença:

  • crie colunas para os indicadores que acompanha;
  • liste as empresas que chamaram atenção e atualize conforme saem novos balanços.
  • adicione notas: por que a empresa parece interessante, quais riscos, preço de compra e quando reavaliar a tese.

Isso cria um histórico do seu processo de análise, permitindo aprender com acertos e erros. 

Também evita decisões por impulso e ajuda a manter a disciplina no longo prazo, mesmo quando o mercado oscila.

Erros comuns ao escolher ações

Mesmo com método e análise, investidores cometem erros que prejudicam os resultados. Conheça os principais para evitá-los:

Seguir dicas sem análise própria

De fato, não há nada de errado em seguir recomendações de analistas.

O problema é comprar sem entender o negócio, os riscos e o por que aquela ação estaria barata, pode ser um problema.

Se a ação cai 20%, por exemplo, você não vai saber se deve manter ou vender. Não terá convicção porque não entende o que comprou. Assim, pode acabar vendendo no prejuízo por medo.

Dessa forma, use recomendações como ponto de partida, não como decisão final. Se alguém fala de uma empresa, estude. Veja se a tese faz sentido para você. Se os fundamentos justificam a compra.

Ignorar fundamentos por causa do hype

Ações que sobem muito chamam atenção e geram sensação de “medo de perder a oportunidade” (FOMO).

Contudo, hype não significa oportunidade real — muitas vezes, significa que você chegou tarde, pois os ganhos fáceis já aconteceram.

Assim também, algumas empresas justificam valuations altos por crescimento excepcional, mas é preciso avaliar se o preço já reflete todo o potencial.

O ponto é: disciplina vale mais que FOMO. Sempre haverá uma próxima oportunidade. Perder uma alta é menos prejudicial do que comprar caro e ter prejuízo.

Não diversificar adequadamente

Concentrar em poucas ações aumenta o risco específico. Se uma empresa enfrentar algum problema sério, sua carteira inteira será impactada.

Diversificação não significa ter 50 ações. Significa ter exposição a diferentes setores, tipos de empresa e teses de investimento.

Por exemplo: comprar 10 ações, mas todas de bancos ou todas de small caps arriscadas. Tecnicamente é diversificação, mas na prática, é concentração de risco.

Ter 30 ou 40 ações na carteira, mas não conseguir acompanhar todas, também é uma diversificação inadequada.

Por isso, encontre o equilíbrio. Ter entre 8 e 15 boas empresas, bem distribuídas, costuma funcionar bem para a maioria dos investidores.

Esquecer de revisar periodicamente

Mesmo uma ação comprada com bons fundamentos precisa de acompanhamento. Empresas, setores e cenários econômicos mudam.

Desse modo, reserve tempo para revisar sua carteira: leia os novos balanços, veja se os resultados estão dentro do esperado e fique atento a notícias relevantes.

Não é obsessão com o preço diário, mas sim manter-se informado sobre as empresas das quais você é sócio.

Se uma posição deixou de fazer sentido, não tenha medo de vender — assumir um prejuízo menor agora evita perdas maiores no futuro.

Conclusão

Por fim, escolher ações para investir em 2026 exige mais que sorte ou feeling. Você precisa de método, análise e disciplina.

Primeiro, você precisa conhecer seu perfil, definir objetivos claros e seguir o princípio de diversificação para equilibrar risco e oportunidade.

Segundo, tem que aplicar critérios objetivos para selecionar empresas de qualidade com preços atrativos.

Além disso, evitar os erros comuns já coloca você à frente da maioria: não seguir dicas cegas, não cair em hype, diversificar adequadamente e revisar periodicamente sua carteira.

Quer ver tudo isso na prática? No vídeo a seguir, o Vicente mostra exatamente como aplicar esses conceitos.

Ele usa os indicadores fundamentalistas para filtrar empresas baratas que pagam bons dividendos, identificando as 5 melhores ações para investir em 2026.

Assista e acelere seu aprendizado:

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